PERDA AUDITIVA NA FASE ADULTA: UM PROBLEMA INVISÍVEL?


Considere estes fatos:

  • Dados do Censo Demográfico 2010 divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que 45,6 milhões de brasileiros ou 23,9% da população têm algum tipo de deficiência: visual, auditiva, motora, mental ou intelectual;
  • Mais de 9,7 milhões de brasileiros têm perda auditiva. Na população adulta, estudos evidenciaram que a deficiência auditiva inicia por volta dos 30 anos, aumentando progressivamente com o passar dos anos;
  • 30% das pessoas com idade entre 65 a 74 anos têm perda auditiva e 40% a 50% das pessoas com 75 anos ou mais têm essa condição;
  • É um problema mais comum em homens;
  • 65% das pessoas com perda auditiva têm perda leve, 30% moderada e 5% severa ou profunda;
  • Alterações metabólicas, como a hipertensão arterial sistêmica (HAS), estão presentes em adultos e podem ser potencializadas pela presença da deficiência auditiva ou vice-versa. A prevalência da hipertensão na população acima de 20 é de 20%;
  • A perda auditiva poderia ser tratada em uma proporção muito maior da população – apenas 1 em cada 5 pessoas que têm perda auditiva usam aparelho auditivo.  Muitas dessas pessoas estão na meia-idade ou são mais velhos;
  • Nos Estados Unidos, de 10% a 30% dos usuários de prótese auditiva acima de 60 anos de idade usam efetivamente o dispositivo de modo contínuo.

Os sintomas mais frequentes são a percepção do zumbido nos ouvidos e a queixa de que “eu escuto, apenas não entendo”. Caso você perceba alguma dificuldade para entender o que é falado ou alguém da sua família tenha alguma dificuldade, procure um médico otorrinolaringologista ou algum centro auditivo e faça uma triagem auditiva. Faça uma avaliação e conheça as possibilidades de tratamento o quanto antes. A intervenção precoce sempre traz melhores resultados!



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